*Do telefone ao vexame: Bráz Amaral afunda na própria versão e deixa Câmara acuado após descoberta bombástica*

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Encurralado pela própria narrativa e abandonado até por aliados de ocasião, Bráz Amaral vive o pior momento de sua trajetória política. Depois da enorme repercussão envolvendo a denúncia de um suposto “pistoleiro” dentro da Câmara Municipal — a Casa do Povo — o vereador agora se vê afundado em contradições e pressionado por todos os lados.

O clima ficou ainda mais pesado quando surgiu a informação de que o número usado para acionar a Polícia Militar pertence ao próprio Bráz Amaral. A revelação caiu como uma bomba nos bastidores da política local e desmontou de vez o discurso de perseguição que tentava sustentar.

Visivelmente acuado, Bráz deixou a sessão da Câmara em silêncio, sem conseguir reagir à pressão crescente. Nos corredores, o comentário é um só: o vereador sentiu o golpe.

O que antes parecia uma denúncia explosiva agora se transforma em um desgaste político sem precedentes, marcado por isolamento, perda de credibilidade e uma sequência de episódios que vêm colocando o parlamentar no centro de uma das maiores crises políticas recentes do município.

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