*A cada dia, a fragilidade política de Braide no interior fica mais evidente*

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O que era para ser demonstração de força em Peri-Mirim virou motivo de comentários e questionamentos. A mobilização não empolgou, não cresceu e, na visão de muitos, revelou uma realidade difícil de esconder: falta povo, falta base e falta força política.

Agora começa a fazer sentido a correria para marcar presença em aniversários de municípios, festas tradicionais e celebrações de padroeiros. Afinal, quando não se consegue reunir uma multidão por conta própria, a alternativa é aparecer onde o povo já está reunido.

Mas existe uma diferença enorme entre chegar a uma festa com o público garantido e ter capacidade política para levar o povo às ruas por vontade própria.

Festa dá palco. Evento tradicional dá visibilidade. Mas nenhum dos dois constrói, sozinho, liderança popular.

O interior do Maranhão está começando a separar quem apenas aparece para a foto de quem realmente tem força para mobilizar. E Peri-Mirim deixou um recado claro: uma coisa é querer parecer forte. Outra é conseguir provar nas ruas.

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