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*O Bloco Caravana levou apenas 340 pessoas* *Quando o passado desfila, dá 340 pessoas. Quando o presente governa, dá resultado para uma cidade inteira.*

O chamado Bloco de Carnaval “Caravana”, o Amarelão, saiu às ruas nesta terça-feira com apenas cerca de 340 pessoas, um número constrangedor para quem se apresenta como “força política” em Santa Helena. O fracasso foi tão visível que nem maquiagem de marketing conseguiu esconder: faltou povo, faltou empolgação e, principalmente, faltou relevância.

Entre os poucos presentes estava Hemetério Weba, ex-deputado com vários mandatos e sempre bem votado na cidade, mas cuja passagem pela política é marcada por um detalhe incômodo: nenhuma obra estruturante, nenhuma indicação relevante de recursos, nenhum legado concreto para Santa Helena. Muito voto, pouco retorno. Ou melhor: retorno nenhum.

O contraste com a realidade atual é humilhante. Enquanto a Caravana desfila lembranças vazias, o prefeito Joãozinho Pavão, mesmo sendo alvo de ataques, perseguições e fake news, em apenas um ano de gestão já fez mais do que muita gente em uma vida inteira de mandato: Na Saúde Policlínica, UBS na Chapada, postos de saúde nos povoados como São Francisco Araguanã e outros, Casa de Apoio em São Luís, hospital equipado e SAMU com recursos próprios.

A verdade é simples e dói para alguns: quem tem obra não precisa de caravana; quem tem povo não passa vergonha em bloco vazio. O “Amarelão” não revelou uma alternativa política — revelou apenas o retrato de um grupo que vive de passado, promessa velha e de um presente sem apoio popular.

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