O Centro de Liderança Pública colocou o Maranhão no centro do debate nacional sobre eficiência administrativa. Entre 2023 e 2025, o estado protagonizou o maior salto em gestão pública do país, saindo da 20ª para a 9ª posição no Ranking de Competitividade dos Estados 2026.
O avanço não é retórico — tem base concreta: o Maranhão ganhou 12 posições em solidez fiscal, um dos indicadores mais sensíveis da gestão, além de subir em eficiência da máquina pública. Em um cenário onde muitos estados patinam, o dado expõe uma mudança real de condução administrativa.
Sob o comando do governador Carlos Brandão, o estado passou a combinar ajuste nas contas com ampliação de investimentos e modernização da estrutura pública — um movimento que começa a reposicionar o Maranhão no mapa da competitividade nacional.
Enquanto isso, estados tradicionalmente fortes como São Paulo, Paraná e Santa Catarina seguem no topo, mas sem o mesmo ritmo de evolução, evidenciando um contraste: estabilidade de quem já chegou lá versus crescimento acelerado de quem resolveu fazer o dever de casa.
Na liderança, o Espírito Santo mantém o primeiro lugar, hoje sob gestão de Ricardo Ferraço, após consolidar uma trajetória de equilíbrio fiscal e eficiência.
Para o presidente do CLP, Tadeu Barros, o ranking não é apenas um retrato técnico, mas um instrumento de pressão por resultados. Na prática, os números jogam luz sobre uma realidade incômoda para muitos gestores: eficiência deixou de ser discurso e passou a ser critério de comparação direta.

