*Grupo 44 de Josinaldo Moraes enfrenta reunião esvaziada em Queimadas: cerca de 18 pessoas*

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O grupo 44, liderado por Josinaldo Moraes, voltou a enfrentar uma reunião marcada pelo baixo número de participantes. Em Queimadas, o encontro realizado ontem reuniu cerca de 18 pessoas, segundo a contagem divulgada a partir das imagens do evento. Para um grupo que tenta se apresentar como força de oposição em Santa Helena, o cenário chama atenção.

Mas o problema pode estar além do número de pessoas presentes. O discurso adotado pelo grupo vem sendo questionado justamente por apostar, segundo críticos, na lógica do “quanto pior, melhor”: em vez de reconhecer ou discutir as obras e investimentos que estão sendo realizados no município, a estratégia seria concentrar os ataques justamente nas ações da administração Joãozinho Pavão.

E aí está uma das maiores dificuldades políticas do grupo 44: como convencer a população de que determinada obra é ruim quando ela está sendo entregue para a própria população? Asfalto, bloquetes, pontes, saúde, Habitação, Drenagem profunda, Portal da Cidade,  Revitalização da Avenida Beira-Rio, Ginásio Esportivo, infraestrutura e outros investimentos passaram a ser alvos frequentes do discurso oposicionista, enquanto a população é quem vivencia diariamente essas mudanças.

O resultado aparece também nas reuniões. Quando o discurso se resume a criticar tudo o que é feito, sem apresentar alternativas concretas, existe o risco de aumentar a distância entre o palanque e a população. E uma reunião com aproximadamente 18 pessoas em Queimadas acaba se tornando um retrato desconfortável dessa dificuldade de mobilização.

Enquanto isso, Joãozinho Pavão mantém sua estratégia de percorrer bairros e povoados, colocando sua gestão no centro do debate e defendendo as obras realizadas em Santa Helena. A disputa política, portanto, vai ficando cada vez mais clara: de um lado, quem apresenta as realizações da gestão; do outro, uma oposição que precisa explicar à população qual é exatamente o seu projeto para Santa Helena além de criticar o que está sendo feito.

Em Queimadas, o grupo 44 não conseguiu mostrar força numérica. E o episódio deixa uma pergunta no ar: se a oposição pretende governar Santa Helena um dia, será que o discurso de “quanto pior, melhor” é suficiente para convencer a população?

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