Em Santa Helena, a oposição não apenas perdeu o rumo — perdeu o prumo, a compostura e, ao que tudo indica, a noção. Afundou de vez no esgoto da própria incoerência e agora tenta sobreviver respirando o gás tóxico das suposições que ela mesma produz.
Sem projeto, sem proposta e sem credibilidade, transformou o debate público em um festival de ilações. É uma política movida a achismo, boato e desespero. Quando falta trabalho e sobra recalque, o resultado é esse espetáculo deprimente: ataques vazios, narrativas recicladas e a velha tentativa de confundir para ver se cola.
Mas não cola.
Quem escolhe viver de lama acaba virando parte dela. E quanto mais tentam puxar os outros para o fundo, mais evidenciam o próprio desmanche — igual churume exposto ao sol do meio-dia: fede, borbulha e evapora.
A verdade é simples: quem não constrói, tenta destruir. E quando a única pauta é o ataque, o fim costuma ser o esquecimento.

