Com o anúncio do resgate das festividades esportivas do Domingo de Ramos — agora com uma premiação robusta que valoriza atletas, moradores e movimenta a economia local — o que deveria ser motivo de orgulho coletivo virou, para a oposição, mais um ataque de desespero.
Sem uma única proposta concreta, sem lastro de trabalho recente e completamente desconectados da realidade da população, recorrem ao nível mais baixo do debate: ataques sórdidos, distorções grotescas e a velha tentativa de criar factoides para enganar quem ainda perde tempo ouvindo.
Chega a ser constrangedor — para não dizer vergonhoso — ver figuras que já tiveram oportunidade de fazer e não fizeram absolutamente nada agora se incomodarem com quem trabalha, entrega e resgata tradições importantes para o povo. E pior: muitas dessas críticas partem justamente de quem não tem qualquer credibilidade, gente que a própria população já cansou de conhecer e desacreditar.
A tática é manjada: espalhar desinformação, atacar reputações e apostar no grito para tentar sobreviver politicamente. Só esqueceram de um detalhe básico — ninguém mais compra esse tipo de jogo. Credibilidade não se inventa, muito menos se sustenta com histórico vazio e discurso raso.
Enquanto isso, a gestão segue fazendo o que precisa ser feito: investindo, organizando e entregando resultados concretos. Já a oposição… segue perdida, sem rumo, sem proposta e cada vez mais refém do próprio desespero.
No fim, o cenário é claro: de um lado, trabalho e resultado; do outro, barulho, desgaste e irrelevância.

