Após a divulgação da pesquisa que coloca o prefeito de Santa Helena, Joãozinho Pavão, com quase 84% de aprovação — consolidando o gestor entre os mais bem avaliados do país — a oposição entrou em modo pane.
O que se vê não é reação política, é crise de abstinência de poder. Ressuscitaram, às pressas, as mesmas narrativas empoeiradas, retiradas dos arquivos da velha política e recicladas com cheiro de mofo. O enredo é o mesmo, o desespero é o mesmo, só muda a data no panfleto. O chamado “caso Everlani” virou disco arranhado: toca, repete, falha — e ninguém mais aguenta ouvir.
Quando falta voto, inventa-se barulho.
Quando falta proposta, fabrica-se ataque.
Quando falta liderança, apela-se para o boato.
E quanto mais os números sobem — quase 84% de aprovação — mais histéricos ficam os que não conseguem aceitar que o povo escolheu um caminho diferente.
O problema da oposição é simples e cruel: a realidade. E contra ela não há fake news que sobreviva, não há “gabinete de ódio” que sustente, não há narrativa que apague resultado. Números não sentem inveja. Números não entram em surto. Números apenas confirmam o que a rua já decidiu.
Enquanto uns gritam nos bastidores, outros trabalham à luz do dia.
E aprovação popular não se derruba com eco de corredor.

