*BRAIDE ENFRENTA O DESERTO POLÍTICO NA BAIXADA: MUITO BARULHO NAS REDES, POUCA GENTE NAS RUAS*

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A passagem de Eduardo Braide pela Baixada Maranhense deixou uma pergunta incômoda para sua pré-campanha: onde está a multidão que aparece nas redes sociais?

Em Santa Helena, no dia 18, a movimentação ficou muito abaixo da expectativa, com poucos apoiadores acompanhando o ato. Em Palmeirândia, a chamada “grande caminhada” também teve uma adesão modesta, com cerca de 40 pessoas, segundo relatos locais.

E aí está o problema: campanha eleitoral não se sustenta apenas em postagem, vídeo editado e discurso de internet. Quando o candidato chega ao interior, é nas ruas que se mede a capacidade de mobilização.

A Baixada Maranhense conhece política. Conhece liderança. Conhece quem tem grupo, quem tem presença e quem realmente consegue colocar gente na rua.

Braide parece estar descobrindo, da maneira mais dura, que popularidade virtual não necessariamente vira voto, palanque ou caminhada.

Enquanto isso, Orleans Brandão vem realizando mobilizações expressivas em diferentes regiões do Maranhão, fortalecendo alianças e ampliando sua presença política.

A diferença começa a ficar visível: de um lado, muito discurso; do outro, gente na rua.

E tem um ditado popular que resume bem esse momento: caminhada de blá-blá-blá é mais fraca que caldo de peteca!

Se a estratégia de Braide era chegar à Baixada para mostrar força, o efeito pode ter sido justamente o contrário.

A Baixada deu o recado. E o recado foi duro.

Agora resta saber se Braide vai continuar apostando no barulho das redes ou se vai perceber que eleição se ganha também no contato com o povo, na construção de alianças e na capacidade de mobilização.

Porque no Maranhão não basta parecer forte na internet. Tem que provar força na rua. E, até aqui, Orleans Brandão parece estar fazendo exatamente isso.

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