A oposição em Santa Helena resolveu inovar — não na prática, mas na criatividade para reinterpretar a realidade. E, nesse ponto, parece estar se esforçando para superar a própria marca.
Os vereadores Brás, Vitor e Márcio, em publicações que circulam nas redes sociais, apresentaram à população uma versão bastante peculiar sobre o aparelho de raio-X digital. Peculiar porque não encontra sustentação nos fatos, mas ainda assim é defendida com uma convicção impressionante.
Segundo essa narrativa, tenta-se atribuir participação direta na conquista do equipamento. Um detalhe importante: a origem do investimento é de conhecimento público. Ainda assim, a tentativa de reconstruir os fatos segue em cena — como se a repetição pudesse substituir a realidade.
Enquanto isso, o prefeito Joãozinho Pavão segue com ações concretas na saúde, priorizando resultados: fortalecimento da Policlínica, implantação do aparelho de ressonância magnética, modernização dos atendimentos e ampliação do SAMU, garantindo mais agilidade e segurança nas urgências e emergências. O raio-X digital, portanto, não é um fato isolado, mas parte de um conjunto contínuo de investimentos estruturantes que a população acompanha de perto.
Vale lembrar, inclusive, que Santa Helena nunca ficou sem aparelho de raio-X — informação já esclarecida publicamente pelo líder do governo, vereador Capim. O que torna toda a narrativa paralela ainda mais difícil de sustentar.
No fim, o que se observa é uma tentativa insistente de transformar fatos em versões alternativas. Quando faltam resultados, sobra narrativa. Quando faltam argumentos, sobra interpretação.
A população, por sua vez, segue acompanhando com facilidade a diferença entre quem entrega obras e quem tenta disputar versões da história.
E fica a dúvida: essa “vergonha” aí… quando chega na fatura, passa no crédito ou no débito?

