*Se o alvo é quem trabalha, o motivo é claro: o resultado está aparecendo.* *Fabiano Abreu segue nas ruas, entregando obras e mostrando serviço. Já a oposição, sem ter o que apresentar, aposta no ataque fácil e na desinformação.* *No fim, é sempre assim: quem produz incomoda — e quem não produz, inventa.*

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“Ninguém joga pedra em árvore que não dá frutos.” E quando os frutos começam a aparecer de verdade, a gritaria vira desespero.

A bola da vez é o secretário de Infraestrutura, o engenheiro civil Fabiano Abreu — e não é por acaso. É porque está trabalhando. Está nas ruas, nos povoados, no sol e na chuva, acompanhando obras, cobrando serviço e mostrando resultado. Enquanto isso, tem gente que só aparece em rede social para reclamar daquilo que nunca teve coragem ou competência para resolver.

O incômodo da oposição é quase palpável. Cada rua recuperada, cada obra em andamento, cada avanço concreto vira motivo de ataque. Não porque esteja errado — mas justamente porque está dando certo. É a política rasteira do “quanto pior, melhor”, praticada por quem parece torcer contra Santa Helena só para tentar desgastar quem produz.

E o nível é baixo: distorcem fatos, espalham inverdades e tentam criar escândalos onde só existe trabalho. Falta proposta, falta serviço, falta história — sobra apenas crítica vazia e um desespero cada vez mais evidente.

No mínimo, essa oposição tacanha deveria ter vergonha de inventar mentiras sobre um profissional que está fazendo a diferença. Mas vergonha exige caráter político — algo que claramente anda em falta por aí.

No fim, a realidade se impõe: quem trabalha incomoda. Quem entrega resultado vira alvo. E quem não tem o que mostrar, grita — porque é só isso que lhe resta. Santa Helena já entendeu esse jogo.

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